
TJ mantém pena de 40 anos a padrasto por morte de menino com 166 doses de insulina em Ribeirão Preto, SPon fevereiro 3, 2026 at 4:56 pm
- fevereiro 3, 2026 Tribunal de Justiça de São Paulo nega pedido de Guilherme Longo
O Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP) manteve a pena de 40 anos de prisão a Guilherme Longo, condenado pela morte do enteado Joaquim Ponte Marques, de 3 anos, em Ribeirão Preto (SP). Longo foi julgado em outubro de 2023, dez anos após o crime. Segundo o Ministério Público, ele matou o menino com a aplicação de 166 doses de insulina.
No recurso apresentado ao TJ, a defesa alegou que o Ministério Público não apresentou provas contra longo e pediu a absolvição ou a redução da pena.
Por unanimidade, o tribunal entendeu que não houve falhas técnicas por parte do júri.
Com a nova decisão, a defesa de Longo informou que vai recorrer a instâncias superiores para tentar reduzir a pena.
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O caso
Joaquim foi encontrado já sem vida nas águas do Rio Pardo, em Barretos (SP), cinco dias após ser dado como desaparecido em Ribeirão Preto, em novembro de 2013.
Longo foi acusado de utilizar uma alta dose de insulina na criança, que tinha diabetes, e depois jogar o corpo em um córrego próximo à casa da família. Segundo o Ministério Público, ele utilizou 166 unidades da substância para matar Joaquim.
O padrasto foi condenado a prisão em regime fechado por todos os crimes da denúncia: homicídio qualificado por motivo fútil, recurso que impossibilitou defesa da vítima e meio cruel.
O menino Joaquim Ponte Marques foi encontrado morto cinco dias após desaparecer da casa onde morava em Ribeirão Preto
Reprodução
Ele já estava preso desde 2018, quando foi capturado pela Polícia Internacional (Interpol) na Espanha e extraditado para o Brasil após uma reportagem investigativa do Fantástico, da TV Globo.
A mãe de Joaquim, Natália Ponte Marques, respondeu em liberdade pelo homicídio, mas por ter sido omissa ao não impedir o convívio do filho com o ex-companheiro, mesmo sabendo que ele era usuário de drogas e tinha comportamento violento.
Natália foi absolvida de todas as acusações.
O julgamento aconteceu em outubro de 2023, dez anos após a morte da criança. Foram seis dias, cinco deles reservados para os depoimentos.
Guilherme Longo, padrasto de Joaquim em 2013, e Natália Ponte, mãe do menino Ribeirão Preto
Acervo EP e Érico Andrade/g1
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Ela foi absolvida de todas as acusações.Tribunal de Justiça de São Paulo nega pedido de Guilherme Longo
O Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP) manteve a pena de 40 anos de prisão a Guilherme Longo, condenado pela morte do enteado Joaquim Ponte Marques, de 3 anos, em Ribeirão Preto (SP). Longo foi julgado em outubro de 2023, dez anos após o crime. Segundo o Ministério Público, ele matou o menino com a aplicação de 166 doses de insulina.
No recurso apresentado ao TJ, a defesa alegou que o Ministério Público não apresentou provas contra longo e pediu a absolvição ou a redução da pena.
Por unanimidade, o tribunal entendeu que não houve falhas técnicas por parte do júri.
Com a nova decisão, a defesa de Longo informou que vai recorrer a instâncias superiores para tentar reduzir a pena.
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O caso
Joaquim foi encontrado já sem vida nas águas do Rio Pardo, em Barretos (SP), cinco dias após ser dado como desaparecido em Ribeirão Preto, em novembro de 2013.
Longo foi acusado de utilizar uma alta dose de insulina na criança, que tinha diabetes, e depois jogar o corpo em um córrego próximo à casa da família. Segundo o Ministério Público, ele utilizou 166 unidades da substância para matar Joaquim.
O padrasto foi condenado a prisão em regime fechado por todos os crimes da denúncia: homicídio qualificado por motivo fútil, recurso que impossibilitou defesa da vítima e meio cruel.
O menino Joaquim Ponte Marques foi encontrado morto cinco dias após desaparecer da casa onde morava em Ribeirão Preto
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Ele já estava preso desde 2018, quando foi capturado pela Polícia Internacional (Interpol) na Espanha e extraditado para o Brasil após uma reportagem investigativa do Fantástico, da TV Globo.
A mãe de Joaquim, Natália Ponte Marques, respondeu em liberdade pelo homicídio, mas por ter sido omissa ao não impedir o convívio do filho com o ex-companheiro, mesmo sabendo que ele era usuário de drogas e tinha comportamento violento.
Natália foi absolvida de todas as acusações.
O julgamento aconteceu em outubro de 2023, dez anos após a morte da criança. Foram seis dias, cinco deles reservados para os depoimentos.
Guilherme Longo, padrasto de Joaquim em 2013, e Natália Ponte, mãe do menino Ribeirão Preto
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Ela foi absolvida de todas as acusações.
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