
Médico acusado de matar esposa envenenada pede cancelamento de visitas da namorada na prisãoon janeiro 7, 2026 at 10:50 pm
- janeiro 7, 2026 Luiz Antônio Garnica tira nome de amante da lista de visitantes na cadeia
O médico Luiz Antonio Garnica, acusado de matar a esposa envenenada com chumbinho em Ribeirão Preto (SP), pediu o cancelamento das visitas da namorada dele, Letícia Camilo Laurindo, na prisão. Letícia era amante dele na época do crime. O relacionamento extraconjugal foi apontado pelo Ministério Público (MP) como uma das motivações para o assassinato da vítima.
Garnica está preso desde maio de 2025 pela morte da professora de pilates Larissa Rodrigues. A mãe dele, Elizabete Arrabaça, também foi presa por participação no crime.
Em julho, a Justiça decretou a prisão preventiva de mãe e filho. Elizabete foi levada à Penitenciária de Tremembé (SP) e Garnica foi para a Penitenciária de Serra Azul (SP). Eles permanecem nas unidades aguardando julgamento.
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O médico Luiz Antonio Garnica e a namorada Letícia Camilo Laurindo Ribeirão Preto
Redes sociais e Reprodução/EPTV
Para visitar o médico na prisão Letícia solicitou autorização da Secretaria de Administração Penitenciária (SAP). O pedido foi feito em setembro por meio de uma declaração de união estável não reconhecida em cartório.
Ela estava impedida de fazer visitas por causas das regras do estado, que considera apenas pessoas da família, o que inclui parceiros em uniões reconhecidas por lei, para acesso ao preso.
Mas em dezembro, a Justiça determinou à Polícia Civil a abertura de investigação contra Letícia por falsidade ideológica.
A suspeita surgiu depois que ela e Garnica participaram da audiência de instrução do caso, quando testemunhas e réus são ouvidos. À Justiça, os dois declararam que não mantinham união estável, contradizendo as informações de Letícia prestadas à SAP.
Atualmente, Garnica recebe apenas as visitas do pai na prisão.
Letícia Camilo Laurindo, atual companheira do médico Luiz Antonio Garnica, acusado de matar esposa envenenada em Ribeirão Preto, SP
Carlos Trinca/EPTV
O caso
Garnica e a mãe dele, Elizabete Arrabaça, estão presos desde maio e serão levados a júri popular, ainda sem data para acontecer. Ambos negam envolvimento.
Eles respondem por homicídio qualificado por motivo torpe, além de feminicídio qualificado por ser causado por emprego de veneno, meio insidioso ou cruel, mediante dissimulação, além de recurso que dificultou a defesa da vítima.
O médico ainda é acusado de fraude processual por alterar a cena do crime no dia em que Larissa foi encontrada morta no apartamento em que vivia com ele.
Larissa Rodrigues, o médico Luiz Antonio Garnica e a cachorra do casal, Pandora, em Ribeirão Preto, SP
Reprodução/Redes sociais
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Justiça determina investigação contra amante de médico acusado de matar professora
Marido e sogra vão a júri popular por morte de professora envenenada em Ribeirão Preto
A investigação apontou que, no início de março de 2025, Larissa tinha descoberto que o marido mantinha uma relação extraconjugal. Na véspera de ser morta, ela enviou uma mensagem ao marido dizendo que ia procurar um advogado para tratar da separação.
A Polícia Civil e o Ministério Público concluíram que a professora começou a ser envenenada pela sogra a mando do filho para evitar uma partilha de bens no caso do divórcio.
Após a morte de Larissa, Garnica acionou um seguro para quitar parte do apartamento financiado que está no nome do casal.
Tanto Garnica como Elizabete estavam endividados e tinham interesse em manter o patrimônio nas mãos do médico.
Luiz Antônio Garnica, Larissa Rodrigues, Elizabete Arrabaça, Ribeirão Preto, SP
Reprodução/g1
Ao prestar depoimento à Justiça de Ribeirão Preto em outubro de 2025, Letícia Laurindo disse que Garnica não tinha intenção de se separar da esposa porque gostava das duas.
“Ele não ia se separar, ele não queria se separar. Isso está bem esclarecido nas mensagens com ele. Ele não queria, ele gostava dela, mas ele gostava de mim também. Gostava [das duas ao mesmo tempo], mas eu também gostava do Luiz. Eu entendo a situação dele porque eu também gostava do meu ex”, disse.
À Justiça, Letícia contou que mantinha um relacionamento com outro homem enquanto estava com Garnica, mas que os dois viviam uma relação intensa há mais de um ano.
Veja mais notícias da região no g1 Ribeirão e Franca
Vídeos: Tudo sobre Ribeirão Preto, Franca e regiãoLuiz Antônio Garnica tira nome de amante da lista de visitantes na cadeia
O médico Luiz Antonio Garnica, acusado de matar a esposa envenenada com chumbinho em Ribeirão Preto (SP), pediu o cancelamento das visitas da namorada dele, Letícia Camilo Laurindo, na prisão. Letícia era amante dele na época do crime. O relacionamento extraconjugal foi apontado pelo Ministério Público (MP) como uma das motivações para o assassinato da vítima.
Garnica está preso desde maio de 2025 pela morte da professora de pilates Larissa Rodrigues. A mãe dele, Elizabete Arrabaça, também foi presa por participação no crime.
Em julho, a Justiça decretou a prisão preventiva de mãe e filho. Elizabete foi levada à Penitenciária de Tremembé (SP) e Garnica foi para a Penitenciária de Serra Azul (SP). Eles permanecem nas unidades aguardando julgamento.
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O médico Luiz Antonio Garnica e a namorada Letícia Camilo Laurindo Ribeirão Preto
Redes sociais e Reprodução/EPTV
Para visitar o médico na prisão Letícia solicitou autorização da Secretaria de Administração Penitenciária (SAP). O pedido foi feito em setembro por meio de uma declaração de união estável não reconhecida em cartório.
Ela estava impedida de fazer visitas por causas das regras do estado, que considera apenas pessoas da família, o que inclui parceiros em uniões reconhecidas por lei, para acesso ao preso.
Mas em dezembro, a Justiça determinou à Polícia Civil a abertura de investigação contra Letícia por falsidade ideológica.
A suspeita surgiu depois que ela e Garnica participaram da audiência de instrução do caso, quando testemunhas e réus são ouvidos. À Justiça, os dois declararam que não mantinham união estável, contradizendo as informações de Letícia prestadas à SAP.
Atualmente, Garnica recebe apenas as visitas do pai na prisão.
Letícia Camilo Laurindo, atual companheira do médico Luiz Antonio Garnica, acusado de matar esposa envenenada em Ribeirão Preto, SP
Carlos Trinca/EPTV
O caso
Garnica e a mãe dele, Elizabete Arrabaça, estão presos desde maio e serão levados a júri popular, ainda sem data para acontecer. Ambos negam envolvimento.
Eles respondem por homicídio qualificado por motivo torpe, além de feminicídio qualificado por ser causado por emprego de veneno, meio insidioso ou cruel, mediante dissimulação, além de recurso que dificultou a defesa da vítima.
O médico ainda é acusado de fraude processual por alterar a cena do crime no dia em que Larissa foi encontrada morta no apartamento em que vivia com ele.
Larissa Rodrigues, o médico Luiz Antonio Garnica e a cachorra do casal, Pandora, em Ribeirão Preto, SP
Reprodução/Redes sociais
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A investigação apontou que, no início de março de 2025, Larissa tinha descoberto que o marido mantinha uma relação extraconjugal. Na véspera de ser morta, ela enviou uma mensagem ao marido dizendo que ia procurar um advogado para tratar da separação.
A Polícia Civil e o Ministério Público concluíram que a professora começou a ser envenenada pela sogra a mando do filho para evitar uma partilha de bens no caso do divórcio.
Após a morte de Larissa, Garnica acionou um seguro para quitar parte do apartamento financiado que está no nome do casal.
Tanto Garnica como Elizabete estavam endividados e tinham interesse em manter o patrimônio nas mãos do médico.
Luiz Antônio Garnica, Larissa Rodrigues, Elizabete Arrabaça, Ribeirão Preto, SP
Reprodução/g1
Ao prestar depoimento à Justiça de Ribeirão Preto em outubro de 2025, Letícia Laurindo disse que Garnica não tinha intenção de se separar da esposa porque gostava das duas.
“Ele não ia se separar, ele não queria se separar. Isso está bem esclarecido nas mensagens com ele. Ele não queria, ele gostava dela, mas ele gostava de mim também. Gostava [das duas ao mesmo tempo], mas eu também gostava do Luiz. Eu entendo a situação dele porque eu também gostava do meu ex”, disse.
À Justiça, Letícia contou que mantinha um relacionamento com outro homem enquanto estava com Garnica, mas que os dois viviam uma relação intensa há mais de um ano.
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