
Fã dos Mamonas Assassinas em SP quer reativar banda cover 30 anos depois de tragédia que marcou o Brasilon março 3, 2026 at 3:00 am
- março 3, 2026 30 anos sem Mamonas Assassinas: Fã de Ribeirão criou um dos maiores fãs-clube da banda
O vendedor André Paulim Barufaldi, de 44 anos, pensa em reativar a banda cover dos Mamonas Assassinas que mantinha com amigos e fazia sucesso em Ribeirão Preto (SP).
O grupo tocou em festas particulares, bares, casamentos e eventos e Barufaldi lembra com saudade da época.
“A gente está até pensando em reativar ela novamente, a gente fez muito shows aqui, transmitia essa energia dos Mamonas. A gente procurava fazer um show o mais real possível até com as roupas, para mostrar pra quem não conheceu, como era ir em um show dos Mamonas”.
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O acidente aéreo que matou a banda, fenômeno dos anos 90 no Brasil, completou 30 anos na segunda-feira (2).
André Barufaldi, tecladista de Ribeirão Preto (SP), teve uma banda cover dos Mamonas Assassinas
Arquivo pessoal
Barufaldi tinha 14 anos na época do acidente. Até hoje, ele guarda recortes de jornais e revistas e participações dos Mamonas em programas de TV. A paixão pela banda era tanta, que ele chegou a montar um fã-clube, que se tornou um dos maiores do Brasil, os Mamoníacos.
“Estavam chegando muitas cartas, vinha carta do Brasil inteiro. A produtora dos Mamonas ligou na minha casa, eu tinha 14 anos, querendo oficializar o fã-clube, porque tinha uma demanda muito grande”.
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Para ele, a palavra que define a banda é irreverência e o vendedor confessa que é impossível esquecer os Mamonas Assassinas.
“Eu gostava muito de rock nacional, gostava de tocar teclado, sou tecladista. Achava muito legal a sonoridade, as letras. Mamonas era muita alegria, um coisa totalmente diferente que surgiu, um fenômeno da música brasileira”.
André Barufaldi, tecladista de Ribeirão Preto (SP) e fã dos Mamonas Assassinas
Reprodução/EPTV
No dia do acidente, o grupo voltava de um show em Drasília quando o jatinho, que tinha como destino Guarulhos, cidade natal dos Mamonas Assassinas, colidiu contra a Serra da Cantareira, na zona Norte de São Paulo.
Além de Dinho, Bento Hinoto, Samuel Reoli, Júlio Rasec e Sérgio Reoli, estavam a bordo parte da equipe técnica, o piloto Jorge Luiz Germano Martins, que era de Orlândia (SP), e o copiloto Alberto Yoshiumi Takeda. Ninguém sobreviveu.
André Barufaldi, tecladista de Ribeirão Preto (SP), que teve uma banda cover dos Mamonas Assassinas
Arquivo pessoal
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VÍDEOS: Tudo sobre Ribeirão Preto, Franca e região30 anos sem Mamonas Assassinas: Fã de Ribeirão criou um dos maiores fãs-clube da banda
O vendedor André Paulim Barufaldi, de 44 anos, pensa em reativar a banda cover dos Mamonas Assassinas que mantinha com amigos e fazia sucesso em Ribeirão Preto (SP).
O grupo tocou em festas particulares, bares, casamentos e eventos e Barufaldi lembra com saudade da época.
“A gente está até pensando em reativar ela novamente, a gente fez muito shows aqui, transmitia essa energia dos Mamonas. A gente procurava fazer um show o mais real possível até com as roupas, para mostrar pra quem não conheceu, como era ir em um show dos Mamonas”.
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Barufaldi tinha 14 anos na época do acidente. Até hoje, ele guarda recortes de jornais e revistas e participações dos Mamonas em programas de TV. A paixão pela banda era tanta, que ele chegou a montar um fã-clube, que se tornou um dos maiores do Brasil, os Mamoníacos.
“Estavam chegando muitas cartas, vinha carta do Brasil inteiro. A produtora dos Mamonas ligou na minha casa, eu tinha 14 anos, querendo oficializar o fã-clube, porque tinha uma demanda muito grande”.
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André Barufaldi, tecladista de Ribeirão Preto (SP) e fã dos Mamonas Assassinas
Reprodução/EPTV
No dia do acidente, o grupo voltava de um show em Drasília quando o jatinho, que tinha como destino Guarulhos, cidade natal dos Mamonas Assassinas, colidiu contra a Serra da Cantareira, na zona Norte de São Paulo.
Além de Dinho, Bento Hinoto, Samuel Reoli, Júlio Rasec e Sérgio Reoli, estavam a bordo parte da equipe técnica, o piloto Jorge Luiz Germano Martins, que era de Orlândia (SP), e o copiloto Alberto Yoshiumi Takeda. Ninguém sobreviveu.
André Barufaldi, tecladista de Ribeirão Preto (SP), que teve uma banda cover dos Mamonas Assassinas
Arquivo pessoal
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