
O que se sabe sobre 27 pessoas que passaram mal após comer bombons em escola de Pitangueiras, SPon outubro 18, 2026 at 4:27 pm
- outubro 18, 2026 Vigilância Sanitária investiga intoxicação alimentar dentro de escola em Pitangueiras, SP
A Vigilância em Saúde de Pitangueiras (SP) investiga uma suspeita de intoxicação alimentar depois que pelo menos 27 alunos e funcionários da Escola Estadual Maurício Montecchi passaram mal na quinta-feira (15).
No almoço, a unidade serviu feijoada e bombons de leite em pó preparados na própria escola. Horas depois, crianças e adultos apresentaram vômitos, diarreia, tontura e dores abdominais. Parte dos estudantes começou a sentir os sintomas quando já estava em casa.
A maioria das pessoas que passou mal havia consumido a sobremesa, segundo a Vigilância Sanitária. Muitos dos que comeram apenas a feijoada não tiveram sintomas. Ainda não há, no entanto, confirmação de que o doce tenha provocado os casos.
✅Clique aqui para seguir o canal do g1 Ribeirão e Franca no WhatsApp
“Teve bastante gente que comeu essa feijoada e não passou mal, mas a grande maioria das pessoas que comeram o doce acabou tendo esse episódio de diarreia e vômito”, afirmou à EPTV, afiliada da TV Globo, o chefe da Vigilância Sanitária, Lucas Santana.
Amostras dos alimentos e da água utilizada no preparo serão submetidas a exames. Parte do material será encaminhada ao Instituto Adolfo Lutz. Não há prazo informado para a conclusão das análises.
Uma vistoria feita na cozinha da escola na sexta-feira (16) não encontrou irregularidades nas condições de higiene, no armazenamento dos ingredientes nem nos prazos de validade.
A Polícia Civil também realizou uma perícia na unidade, e um boletim de ocorrência foi registrado.Os pacientes atendidos na Santa Casa receberam medicação e hidratação intravenosa. Todos tiveram alta.
Veja o que se sabe sobre o caso:
O que aconteceu e quantas pessoas passaram mal?
Quais foram os sintomas e como foi o atendimento?
Por que os bombons são investigados?
Já se sabe o que provocou os casos?
O que a Vigilância encontrou na escola?
Quais materiais serão analisados?
Como estão os pacientes?
O que a Polícia Civil investiga?
O que diz a Secretaria Estadual da Educação?
Escola Estadual Mauricío Montecchi, em Pitangueiras, SP
Reprodução/EPTV
LEIA TAMBÉM
Crianças são internadas após consumir bombons feitos em escola em Pitangueiras
Mãe de aluno relata desespero com suspeita de bombom contaminado em SP: ‘Nunca ficou daquele jeito’
O que aconteceu e quantas pessoas passaram mal?
Pelo menos 27 pessoas, entre alunos e funcionários, passaram mal depois do almoço servido na escola estadual na quinta-feira. As crianças atendidas têm entre 11 e 12 anos. A refeição tinha feijoada e, como sobremesa, bombons feitos com leite em pó.
Segundo a Secretaria Estadual da Educação (Seduc-SP), os estudantes começaram a apresentar os sintomas quando já estavam fora da escola. O estudante Matheus Segantine, de 11 anos, contou que assistiu normalmente às aulas e começou a passar mal depois que chegou em casa.
“Comecei a sentir muita tontura, ânsia de vômito e muita dor no corpo. Passei todas as aulas normais e, quando cheguei em casa, comecei a ter todos esses sintomas.”
A mãe dele, a auxiliar administrativa Fabiana Neves Martins, levou o filho à Santa Casa após o menino ficar pálido, vomitar repetidamente e demonstrar fraqueza. No hospital, ela encontrou outras crianças com sintomas semelhantes.
“Fiquei com muito medo, porque ele nunca ficou daquele jeito. Na hora que vi outras crianças chegando da mesma forma, pensei que poderia ser alguma coisa que ele comeu.”
Menino indica região da barriga que doeu após comer bombom em escola estadual de Pitangueiras, SP.
Cacá Trovó/EPTV
Quais foram os sintomas e como foi o atendimento?
Os pacientes apresentaram principalmente náusea, vômitos persistentes, diarreia, tontura e dores abdominais. Segundo o médico Matheus Pacola, algumas crianças chegaram à Santa Casa pálidas, fracas e com alterações na pressão arterial e nos níveis de glicose.
“Elas chegaram bem prostradas, descoradas, hipotensas, algumas com quadro de hipoglicemia, por conta da náusea e do vômito persistente.”
O médico explicou que a perda de líquidos exige atenção especial em crianças porque a desidratação pode evoluir mais rapidamente do que em adultos.
Diante da quantidade de pacientes, profissionais que estavam de sobreaviso foram chamados para reforçar as equipes médica, de enfermagem, limpeza e apoio. A triagem foi agilizada, e as crianças foram encaminhadas para observação.
Como parte delas vomitava mesmo após receber remédios por via oral, o tratamento precisou ser feito diretamente na veia, com medicação e hidratação.
“Algumas mães e pais falavam que deram a medicação em casa, mas a criança simplesmente vomitava. Então, tinha que ser terapia venosa, não tinha como fazer por via oral”, disse o médico.
Por que os bombons são investigados?
Segundo a Vigilância Sanitária, a sobremesa passou a ser investigada porque a maioria das pessoas que apresentou sintomas havia consumido o bombom.
A feijoada também foi servida no almoço, mas muitos dos que comeram o prato não passaram mal. Por outro lado, houve pessoas que comeram o doce e não apresentaram sintomas.
“Essa constatação se deve ao fato de ter mais gente que comeu o doce e ficou implicada nesse episódio do que gente que comeu a feijoada. Apesar disso, algumas pessoas comeram o bombom e não passaram mal”, afirmou Lucas Santana.
A Vigilância em Saúde trabalha com a suspeita de intoxicação alimentar, mas ainda não determinou qual alimento ou ingrediente pode ter provocado os sintomas. A conclusão depende dos exames laboratoriais.
Agentes da perícia estiveram em escola estadual de Pitangueiras, SP, após surto de intoxicação de alunos e funcionários.
Cacá Trovó/EPTV
Já se sabe o que provocou os casos?
Não. Até a última atualização desta reportagem, a causa dos sintomas ainda não havia sido identificada.
Segundo a Vigilância em Saúde de Pitangueiras, o caso é investigado como suspeita de intoxicação alimentar. A confirmação depende das análises laboratoriais dos alimentos e da água utilizados no preparo.
Não há prazo informado para a divulgação dos resultados.
O que a Vigilância encontrou na escola?
Uma equipe da Vigilância Sanitária esteve na Escola Estadual Maurício Montecchi na manhã de sexta-feira para vistoriar a cozinha e verificar as condições de armazenamento dos produtos. À EPTV, Lucas Santana disse que não foram encontradas irregularidades do ponto de vista higiênico-sanitário.
“Estava tudo dentro das normas, tudo ok. Todos os alimentos estavam bem armazenados, bem acondicionados e dentro do prazo de validade.”
Segundo ele, a cozinha estava limpa, sem acesso de insetos, com janelas protegidas por telas e portas ajustadas aos batentes. Os produtos estavam fechados, identificados e armazenados acima do chão.
A ausência de problemas visíveis durante a fiscalização não encerra a investigação. Uma eventual contaminação só poderá ser confirmada ou descartada depois dos exames laboratoriais.
Quais materiais serão analisados?
Foram recolhidas amostras dos alimentos usados tanto na feijoada quanto nos bombons. A água utilizada no preparo também será analisada.
Uma empresa terceirizada contratada pelo estado fará uma análise própria dos materiais. Paralelamente, a Vigilância Sanitária enviará amostras ao Instituto Adolfo Lutz.
“A gente vai recolher uma amostra desse material que está armazenado e mandar para o Instituto Adolfo Lutz, que é o nosso laboratório de referência, para termos uma contraprova”, afirmou Lucas Santana à EPTV.
Segundo ele, não é possível descartar previamente nenhum ingrediente. A água também é considerada matéria-prima no preparo das refeições e, por isso, entrou na investigação.
Escola Estadual em Pitangueiras, SP, onde alunos tiveram intoxicação alimentar.
Cacá Trovó/EPTV
Como estão os pacientes?
Todas as pessoas atendidas na Santa Casa receberam medicação e tiveram alta. Segundo a Vigilância Sanitária, elas continuam o tratamento e a recuperação em casa. Matheus afirmou que melhorou depois de receber soro e medicamentos no hospital.
“Hoje está tudo melhor, já passou tudo. Mas, quando lembro do bombom de leite em pó, ainda dá ânsia de vômito.”
Fabiana disse que a escola prestou assistência à família e enviou representantes ao hospital.
“Nós tivemos todo o acolhimento da escola. A professora e a diretora foram lá dar satisfação. Vida que segue. Graças a Deus, está tudo bem.”
O que a Polícia Civil investiga?
A Polícia Civil realizou uma perícia na escola e apura as circunstâncias do episódio. Um boletim de ocorrência foi registrado pela equipe gestora da unidade.
Amostras do alimento também foram disponibilizadas para a perícia. Até a última atualização, a polícia não havia informado se já havia uma linha definida de investigação.
Mãe de aluno relata desespero durante surto de intoxicação em escola de Pitangueiras
O que diz a Secretaria Estadual da Educação?
Procurada pelo g1, a Secretaria Estadual da Educação lamentou o ocorrido e informou que a equipe gestora acompanhou os estudantes durante os atendimentos.
“Os estudantes apresentaram sinais de intoxicação quando já estavam fora da escola. Assim que tomou conhecimento, a equipe gestora se dirigiu à Unidade Básica de Saúde, onde os alunos receberam medicação e foram liberados.”
Segundo a Seduc, a gestão da escola registrou um boletim de ocorrência e disponibilizou uma amostra do alimento para perícia. O episódio também foi comunicado à Plataforma do Programa de Melhoria da Convivência e Proteção Escolar (Conviva-SP).
A Unidade Regional de Ensino de Sertãozinho e a direção da escola afirmaram que permanecem à disposição da comunidade escolar e das autoridades para prestar os esclarecimentos necessários.
Veja mais notícias da região no g1 Ribeirão Preto e Franca
VÍDEOS: Tudo sobre Ribeirão Preto, Franca e regiãoVigilância Sanitária investiga intoxicação alimentar dentro de escola em Pitangueiras, SP
A Vigilância em Saúde de Pitangueiras (SP) investiga uma suspeita de intoxicação alimentar depois que pelo menos 27 alunos e funcionários da Escola Estadual Maurício Montecchi passaram mal na quinta-feira (15).
No almoço, a unidade serviu feijoada e bombons de leite em pó preparados na própria escola. Horas depois, crianças e adultos apresentaram vômitos, diarreia, tontura e dores abdominais. Parte dos estudantes começou a sentir os sintomas quando já estava em casa.
A maioria das pessoas que passou mal havia consumido a sobremesa, segundo a Vigilância Sanitária. Muitos dos que comeram apenas a feijoada não tiveram sintomas. Ainda não há, no entanto, confirmação de que o doce tenha provocado os casos.
✅Clique aqui para seguir o canal do g1 Ribeirão e Franca no WhatsApp
“Teve bastante gente que comeu essa feijoada e não passou mal, mas a grande maioria das pessoas que comeram o doce acabou tendo esse episódio de diarreia e vômito”, afirmou à EPTV, afiliada da TV Globo, o chefe da Vigilância Sanitária, Lucas Santana.
Amostras dos alimentos e da água utilizada no preparo serão submetidas a exames. Parte do material será encaminhada ao Instituto Adolfo Lutz. Não há prazo informado para a conclusão das análises.
Uma vistoria feita na cozinha da escola na sexta-feira (16) não encontrou irregularidades nas condições de higiene, no armazenamento dos ingredientes nem nos prazos de validade.
A Polícia Civil também realizou uma perícia na unidade, e um boletim de ocorrência foi registrado.Os pacientes atendidos na Santa Casa receberam medicação e hidratação intravenosa. Todos tiveram alta.
Veja o que se sabe sobre o caso:
O que aconteceu e quantas pessoas passaram mal?
Quais foram os sintomas e como foi o atendimento?
Por que os bombons são investigados?
Já se sabe o que provocou os casos?
O que a Vigilância encontrou na escola?
Quais materiais serão analisados?
Como estão os pacientes?
O que a Polícia Civil investiga?
O que diz a Secretaria Estadual da Educação?
Escola Estadual Mauricío Montecchi, em Pitangueiras, SP
Reprodução/EPTV
LEIA TAMBÉM
Crianças são internadas após consumir bombons feitos em escola em Pitangueiras
Mãe de aluno relata desespero com suspeita de bombom contaminado em SP: ‘Nunca ficou daquele jeito’
O que aconteceu e quantas pessoas passaram mal?
Pelo menos 27 pessoas, entre alunos e funcionários, passaram mal depois do almoço servido na escola estadual na quinta-feira. As crianças atendidas têm entre 11 e 12 anos. A refeição tinha feijoada e, como sobremesa, bombons feitos com leite em pó.
Segundo a Secretaria Estadual da Educação (Seduc-SP), os estudantes começaram a apresentar os sintomas quando já estavam fora da escola. O estudante Matheus Segantine, de 11 anos, contou que assistiu normalmente às aulas e começou a passar mal depois que chegou em casa.
“Comecei a sentir muita tontura, ânsia de vômito e muita dor no corpo. Passei todas as aulas normais e, quando cheguei em casa, comecei a ter todos esses sintomas.”
A mãe dele, a auxiliar administrativa Fabiana Neves Martins, levou o filho à Santa Casa após o menino ficar pálido, vomitar repetidamente e demonstrar fraqueza. No hospital, ela encontrou outras crianças com sintomas semelhantes.
“Fiquei com muito medo, porque ele nunca ficou daquele jeito. Na hora que vi outras crianças chegando da mesma forma, pensei que poderia ser alguma coisa que ele comeu.”
Menino indica região da barriga que doeu após comer bombom em escola estadual de Pitangueiras, SP.
Cacá Trovó/EPTV
Quais foram os sintomas e como foi o atendimento?
Os pacientes apresentaram principalmente náusea, vômitos persistentes, diarreia, tontura e dores abdominais. Segundo o médico Matheus Pacola, algumas crianças chegaram à Santa Casa pálidas, fracas e com alterações na pressão arterial e nos níveis de glicose.
“Elas chegaram bem prostradas, descoradas, hipotensas, algumas com quadro de hipoglicemia, por conta da náusea e do vômito persistente.”
O médico explicou que a perda de líquidos exige atenção especial em crianças porque a desidratação pode evoluir mais rapidamente do que em adultos.
Diante da quantidade de pacientes, profissionais que estavam de sobreaviso foram chamados para reforçar as equipes médica, de enfermagem, limpeza e apoio. A triagem foi agilizada, e as crianças foram encaminhadas para observação.
Como parte delas vomitava mesmo após receber remédios por via oral, o tratamento precisou ser feito diretamente na veia, com medicação e hidratação.
“Algumas mães e pais falavam que deram a medicação em casa, mas a criança simplesmente vomitava. Então, tinha que ser terapia venosa, não tinha como fazer por via oral”, disse o médico.
Por que os bombons são investigados?
Segundo a Vigilância Sanitária, a sobremesa passou a ser investigada porque a maioria das pessoas que apresentou sintomas havia consumido o bombom.
A feijoada também foi servida no almoço, mas muitos dos que comeram o prato não passaram mal. Por outro lado, houve pessoas que comeram o doce e não apresentaram sintomas.
“Essa constatação se deve ao fato de ter mais gente que comeu o doce e ficou implicada nesse episódio do que gente que comeu a feijoada. Apesar disso, algumas pessoas comeram o bombom e não passaram mal”, afirmou Lucas Santana.
A Vigilância em Saúde trabalha com a suspeita de intoxicação alimentar, mas ainda não determinou qual alimento ou ingrediente pode ter provocado os sintomas. A conclusão depende dos exames laboratoriais.
Agentes da perícia estiveram em escola estadual de Pitangueiras, SP, após surto de intoxicação de alunos e funcionários.
Cacá Trovó/EPTV
Já se sabe o que provocou os casos?
Não. Até a última atualização desta reportagem, a causa dos sintomas ainda não havia sido identificada.
Segundo a Vigilância em Saúde de Pitangueiras, o caso é investigado como suspeita de intoxicação alimentar. A confirmação depende das análises laboratoriais dos alimentos e da água utilizados no preparo.
Não há prazo informado para a divulgação dos resultados.
O que a Vigilância encontrou na escola?
Uma equipe da Vigilância Sanitária esteve na Escola Estadual Maurício Montecchi na manhã de sexta-feira para vistoriar a cozinha e verificar as condições de armazenamento dos produtos. À EPTV, Lucas Santana disse que não foram encontradas irregularidades do ponto de vista higiênico-sanitário.
“Estava tudo dentro das normas, tudo ok. Todos os alimentos estavam bem armazenados, bem acondicionados e dentro do prazo de validade.”
Segundo ele, a cozinha estava limpa, sem acesso de insetos, com janelas protegidas por telas e portas ajustadas aos batentes. Os produtos estavam fechados, identificados e armazenados acima do chão.
A ausência de problemas visíveis durante a fiscalização não encerra a investigação. Uma eventual contaminação só poderá ser confirmada ou descartada depois dos exames laboratoriais.
Quais materiais serão analisados?
Foram recolhidas amostras dos alimentos usados tanto na feijoada quanto nos bombons. A água utilizada no preparo também será analisada.
Uma empresa terceirizada contratada pelo estado fará uma análise própria dos materiais. Paralelamente, a Vigilância Sanitária enviará amostras ao Instituto Adolfo Lutz.
“A gente vai recolher uma amostra desse material que está armazenado e mandar para o Instituto Adolfo Lutz, que é o nosso laboratório de referência, para termos uma contraprova”, afirmou Lucas Santana à EPTV.
Segundo ele, não é possível descartar previamente nenhum ingrediente. A água também é considerada matéria-prima no preparo das refeições e, por isso, entrou na investigação.
Escola Estadual em Pitangueiras, SP, onde alunos tiveram intoxicação alimentar.
Cacá Trovó/EPTV
Como estão os pacientes?
Todas as pessoas atendidas na Santa Casa receberam medicação e tiveram alta. Segundo a Vigilância Sanitária, elas continuam o tratamento e a recuperação em casa. Matheus afirmou que melhorou depois de receber soro e medicamentos no hospital.
“Hoje está tudo melhor, já passou tudo. Mas, quando lembro do bombom de leite em pó, ainda dá ânsia de vômito.”
Fabiana disse que a escola prestou assistência à família e enviou representantes ao hospital.
“Nós tivemos todo o acolhimento da escola. A professora e a diretora foram lá dar satisfação. Vida que segue. Graças a Deus, está tudo bem.”
O que a Polícia Civil investiga?
A Polícia Civil realizou uma perícia na escola e apura as circunstâncias do episódio. Um boletim de ocorrência foi registrado pela equipe gestora da unidade.
Amostras do alimento também foram disponibilizadas para a perícia. Até a última atualização, a polícia não havia informado se já havia uma linha definida de investigação.
Mãe de aluno relata desespero durante surto de intoxicação em escola de Pitangueiras
O que diz a Secretaria Estadual da Educação?
Procurada pelo g1, a Secretaria Estadual da Educação lamentou o ocorrido e informou que a equipe gestora acompanhou os estudantes durante os atendimentos.
“Os estudantes apresentaram sinais de intoxicação quando já estavam fora da escola. Assim que tomou conhecimento, a equipe gestora se dirigiu à Unidade Básica de Saúde, onde os alunos receberam medicação e foram liberados.”
Segundo a Seduc, a gestão da escola registrou um boletim de ocorrência e disponibilizou uma amostra do alimento para perícia. O episódio também foi comunicado à Plataforma do Programa de Melhoria da Convivência e Proteção Escolar (Conviva-SP).
A Unidade Regional de Ensino de Sertãozinho e a direção da escola afirmaram que permanecem à disposição da comunidade escolar e das autoridades para prestar os esclarecimentos necessários.
Veja mais notícias da região no g1 Ribeirão Preto e Franca
VÍDEOS: Tudo sobre Ribeirão Preto, Franca e região
Quer aprender como investir no mercado financeiro de forma segura e eficiente de forma automatizada?
Conheça o Scalper Trader Auto Bot, Agora!
You may also like
Conheça o Scalper Trader Auto Bot, Agora!
You may also like
Posts recentes
- Jovem desaparecido no Rio Grande no interior de SP mergulhou para tentar salvar amigo, diz sobreviventeon outubro 18, 2026 at 6:19 pm
- O que se sabe sobre 27 pessoas que passaram mal após comer bombons em escola de Pitangueiras, SPon outubro 18, 2026 at 4:27 pm
- Pescadores se mobilizam na busca por jovens desaparecidos no Rio Grande, no interior de SPon outubro 18, 2026 at 3:03 pm
- Presente da mãe e pé-quente em concurso, caneta vira amuleto de jovem que busca 2ª aprovação na Unicampon outubro 18, 2026 at 1:43 pm
- Lombadas eletrônicas, radar híbrido: entenda como funcionam os radares fixos em Ribeirão Preto, SPon outubro 18, 2026 at 9:00 am

Deixe um comentário